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O que celebramos na Quarta feira de Cinzas?

O momento inicia um dos tempos litúrgicos que culmina no ápice da fé Cristã, a Ressurreição do Senhor

Notícias do Santuário

18.02.2026 - 06:00:00 | 4 minutos de leitura

O que celebramos na Quarta feira de Cinzas?

A Igreja, Mãe, Mestra e muito sábia, prepara todos os anos um itinerário de fé por meio do ano litúrgico. Assim, todos os anos vivenciamos a história da nossa salvação, a fim de lembrarmos de onde viemos e para onde devemos voltar. A Quaresma é um dos tempos litúrgicos da Igreja que culmina no ápice de nossa fé: a Ressurreição do Senhor.


Desta forma, é importante iniciar bem este período que começa com a Quarta-feira de Cinzas. Você já deve ter se perguntado de onde vêm as cinzas ou qual é a origem desta celebração. Então, confira neste artigo desde o que são as cinzas até quem pode recebê-las e qual o seu papel na vida dos fiéis.


O que é a quarta-feira de Cinzas?

Marca o início da Quaresma - período de 40 dias de preparação para a Páscoa. A celebração das cinzas recorda a fragilidade da vida humana e a necessidade da penitência para a nossa conversão. Sendo assim, este é um dia de jejum, especialmente porque indica o começo de um período todo de práticas mais intensas de jejum, oração e esmola.


Neste dia, pedimos pela nossa conversão, para que comece bem um novo caminho quaresmal “que se estende por quarenta dias e nos conduz à alegria da Páscoa do Senhor, à vitória da Vida sobre a morte.”


Qual o significado e origem das Cinzas?

Elas simbolizam a efemeridade da nossa vida — somos pó e ao pó voltaremos — assim como a penitência, o arrependimento e a conversão.


Originalmente, as cinzas são obtidas a partir dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Durante a celebração, os fiéis carregam ramos de palmeiras, ou outros ramos benditos, como símbolo da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Esses mesmos ramos, abençoados e usados na liturgia, são recolhidos, secos e queimados, resultando em cinzas finas.


Durante a celebração da Missa da Quarta-feira de Cinzas, o sacerdote faz a bênção das cinzas, tornando-as um símbolo sagrado e lembrando os fiéis da efemeridade da vida e da necessidade de penitência. Desse modo, as cinzas utilizadas neste dia têm uma origem simbólica e tradicional nos ramos abençoados do Domingo de Ramos do ano anterior, ligando esses dois momentos litúrgicos importantes no calendário cristão.



As cinzas na caminhada cristã.

Nos convidam, de maneira sensível, para uma reflexão profunda sobre a condição efêmera da existência humana. Além de lembrar da necessidade constante de penitência e conversão, sinal visível que mostra a fragilidade da vida e o fato de que retornaremos ao pó.


Quem pode receber as cinzas?

As cinzas são um sacramental, portanto, não estão limitadas aos católicos ou àqueles que se encontram em estado de graça.


Sendo assim, qualquer devoto pode receber as cinzas. Elas convidam à penitência e à participação no período quaresmal, cumprindo seu papel de sacramental nessa preparação para caminhar com a graça divina.


Toda a celebração da Quarta de Cinzas está permeada de um espírito penitencial. E para você, querido devoto de Nossa Senhora de Nazaré, que busca estar próximo de Deus neste momento sublime, pode participar das Santas Missas na Basílica Santuário de Nazaré e nas comunidades nos seguintes horários:


7h – Missa transmitida pelas redes sociais da Basílica Santuário (Facebook e Youtube) e TV Nazaré;

9h;

12h;

18h - Missa transmitida pelas redes sociais da Basílica Santuário (Facebook e Youtube) e TV Nazaré;


Missas nas Comunidades da Paróquia de Nazaré (São Brás, Santo Antônio Maria Zaccaria, Santa Bernadete e Nossa Senhora das Graças): 19h


Que o Senhor que acolha as penitências de todos os fiéis e que os auxilie na caminhada quaresmal, para poderem contemplar a Sua face ao final desta jornada, renascendo com Ele, deixando para trás todas as coisas do mundo.


 “O jejum assume um grande valor na vida dos cristãos, é uma exigência do espírito para se relacionar melhor com Deus” (São João Paulo II).

 

Texto: Allan Bentes | ASCOM Basílica Santuário de Nazaré

Fonte: com informações dos Portais Minha Biblioteca Católica e Site Católico.
Foto: Karol Coelho, Icaro Farias e Babi Matoso - Ascom Basílica Santuário de Nazaré
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